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EduQA corrige erro nas notas dos exames nacionais

Estudante mostra dados coloridos numa tabela no computador enquanto outros dois jovens olham um tablet numa sala de aula.
Neste artigo
  1. Erro nos ficheiros das classificações
  2. EduQA enviou resultados corrigidos às escolas
  3. Exames nacionais corrigidos em formato digital

Erro nos ficheiros das classificações

O instituto EduQA reconheceu este domingo que algumas notas de exames, inicialmente remetidas às escolas na sexta-feira, estavam erradas devido a uma falha na exportação dos ficheiros. A entidade assegurou que o problema foi corrigido ainda nesse dia.

"Devido a um erro de exportação, algumas classificações foram disponibilizadas incorretamente na primeira remessa de resultados enviada às escolas pelo Júri Nacional de Exames (JNE), na sexta-feira, cerca das 19.30", indicou por escrito o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA).

O esclarecimento foi prestado depois de a agência Lusa ter questionado o instituto sobre a confirmação de que os novos ficheiros com as classificações dos exames nacionais, enviados às escolas, continham notas diferentes das primeiras avaliações comunicadas na sexta-feira a alunos e encarregados de educação.

EduQA enviou resultados corrigidos às escolas

Na resposta, o EduQA afirmou que a "anomalia foi corrigida no próprio dia". Cerca das 23.00, foi transmitida às escolas uma nova versão dos resultados, contendo a "classificação efetivamente atribuída e validada".

Numa mensagem dirigida às escolas, o EduQA e o JNE chamaram a atenção dos "estabelecimentos de ensino para esta situação" e pediram que, sempre que existissem dúvidas, fossem prestados esclarecimentos aos alunos e encarregados de educação.

Relativamente às pautas enviadas no sábado e no domingo, o instituto explicou que se destinaram apenas a solucionar casos de classificação suspensa detetados na sexta-feira.

Exames nacionais corrigidos em formato digital

Pela primeira vez, os exames nacionais do ensino secundário, realizados este ano por 166 mil alunos, foram corrigidos digitalmente. Contudo, o processo enfrentou problemas técnicos desde o arranque, levando o Ministério da Educação a adiar os prazos inicialmente definidos.

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João Miguel Ferreira da Costa

João Miguel Ferreira da Costa é técnico de desenvolvimento local e investigador dedicado ao património, à história e à dinamização comunitária de Vila Boa do Bispo. Com experiência em administração autárquica e projectos culturais, interessa-se pela valorização do território, pelas tradições locais e pela participação cívica da população.

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