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Santa Maria da Feira terá 18 câmaras de videovigilância no Centro Histórico

Câmara de segurança numa rua histórica com pessoas a caminhar e castelo ao fundo ao pôr do sol.

O centro de Santa Maria da Feira será vigiado por 18 câmaras, numa iniciativa destinada a reforçar a proteção de pessoas e bens e a disponibilizar à PSP um novo recurso para prevenir e responder a incidentes no espaço público.

Videovigilância no Centro Histórico de Santa Maria da Feira

A primeira fase do sistema de videovigilância corresponde a um investimento municipal de cerca de 250 mil euros. O projeto deverá depois ser alargado, de forma progressiva, a outras áreas do concelho.

A instalação terá início no Centro Histórico e nas principais entradas da cidade. A ambição é ter o sistema instalado em 2027. Os pontos de colocação dos equipamentos foram definidos após um levantamento técnico e operacional conduzido pela Câmara Municipal em conjunto com a PSP, que assinalou as zonas prioritárias. O executivo municipal já aprovou o protocolo de cooperação entre o Município e a PSP que regula o funcionamento do sistema.

"Vamos reforçar as condições de segurança e dar à PSP melhores meios para acompanhar e intervir quando é necessário. Começamos pelo Centro Histórico, uma área muito frequentada por residentes, comerciantes e visitantes", afirma Amadeu Albergaria, presidente da Câmara da Feira. "Esta é a primeira fase de um projeto que queremos alargar progressivamente a outras zonas do concelho", sublinhou.

Responsabilidades na operação das câmaras

Amadeu Albergaria referiu ainda que a videovigilância deverá passar a ser usada regularmente pela PSP, contribuindo para ampliar a capacidade de presença e de resposta da polícia.

À Câmara cabe comprar o sistema e os equipamentos, além de garantir as infraestruturas tecnológicas, as comunicações e a respetiva manutenção. A PSP ficará responsável por instruir o processo de autorização, operar o sistema e tratar os dados recolhidos, dentro dos limites estabelecidos pela lei.

O Centro Histórico de Santa Maria da Feira foi considerado prioritário.

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João Miguel Ferreira da Costa

João Miguel Ferreira da Costa é técnico de desenvolvimento local e investigador dedicado ao património, à história e à dinamização comunitária de Vila Boa do Bispo. Com experiência em administração autárquica e projectos culturais, interessa-se pela valorização do território, pelas tradições locais e pela participação cívica da população.

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